Comprei este livro no aeroporto há alguns meses porque o título conversava diretamente com a fase que eu estava vivendo. Confesso que demorei a engrenar na leitura: era leve demais, quase açucarado, por vezes fantasioso. Ainda assim, deixou uma mensagem que vale guardar:
No fim, não importa tanto os defeitos que você enxerga no outro. O que realmente pesa é se esses defeitos são menores do que a admiração que você sente pela pessoa. A convivência é a balança mais honesta que existe: eu consigo viver bem com o fato de fulano ser assim ou assado? Essa resposta é íntima, singular, e ninguém pode dá-la por você.
O mais interessante é que justamente nossas imperfeições — as minhas, as suas, as de qualquer um — são o que nos empurra diariamente para novas oportunidades de crescimento, de compreensão e de escolha. No fundo, amadurecer é entender que ninguém é perfeito, mas algumas pessoas valem o esforço de aprender a conviver com o que nelas é imperfeito...

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