E o que ele nos ensina:
O Dr. George Vaillant liderou o que ficou conhecido como Harvard Grant Study.
Ele acompanhou homens de Harvard e dos bairros mais pobres de Boston.
O custo? Mais de 20 milhões de dólares.
Tudo para responder a uma única pergunta:
O que cria felicidade?
Os pesquisadores buscavam pistas para uma vida boa.
Eles mediram tudo.
- Exames de sangue.
- Ressonâncias cerebrais.
- Sucesso na carreira.
Até mesmo como esses homens lidavam com doenças e decepções.
A descoberta deles?
Não foi riqueza que fez os homens felizes.
Não foi fama ou conquistas.
Nem bons genes ou um QI alto.
Este é o maior indicador de felicidade:
Relacionamentos fortes.
Nada chegou perto disso.
Essa descoberta chocou a comunidade científica.
O atual diretor do estudo de Harvard disse claramente:
“As pessoas mais felizes em seus relacionamentos aos 50 anos eram as mais saudáveis aos 80.”
Absolutamente insano.
Sucesso, riqueza e níveis de colesterol não importaram.
Os números eram chocantes.
Homens que não conseguiam formar vínculos próximos morriam muito mais cedo.
Os que tinham conexões calorosas viveram bem até os 80 e 90 anos.
A solidão matou mais rápido do que cigarros.
Quer mais dinheiro?
Faça melhores amigos.
Homens com relacionamentos calorosos ganharam US$ 141.000 a mais no auge da carreira.
QI alto quase não deu vantagem comparado a boas conexões.
Outra surpresa…
Sua personalidade e nível de felicidade podem mudar.
Alguns que eram infelizes aos 20 anos se tornaram octogenários felizes.
Outros que começaram bem terminaram infelizes.
Você pode mudar se jogar o jogo corretamente.
Mas espere, tem mais
O relacionamento com o pai era extremamente importante.
Homens com laços afetuosos com seus pais relataram:
- Menos ansiedade.
- Mais prazer na vida.
- Maior satisfação aos 75 anos.
A lição mais útil?
Qualidade supera quantidade.
Você não precisa de muitos amigos.
Algumas conexões reais trazem mais benefícios do que dezenas de conexões superficiais...
By update.diario


.jpeg)
.jpeg)

