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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Sony Boy by Al Pacino

Quero iniciar esta resenha admitindo que minha admiração por Al Pacino nasce de uma combinação curiosa de fascínio e intimidação. Há algo nos personagens que ele encarna — e na forma como ocupa cada cena — que nos deixa sempre em estado de alerta, como se a qualquer instante ele pudesse revelar uma nova camada de si. É um charme enigmático, quase indecifrável.Sua trajetória pessoal renderia um roteiro extraordinário: cheia de reviravoltas, fases marcantes e uma resiliência que parece ser o motor silencioso de sua genialidade. Cada capítulo da sua vida prende a atenção como se fosse um filme à parte.

Meu filme predileto?
Uma pergunta difícil quando se fala em Al Pacino. Do Poderoso Chefão a O Advogado do Diabo, há algo em sua atuação que ultrapassa o personagem: a capacidade de transformar presença em narrativa.
Poucos atores conseguem fazer isso. Pacino não apenas interpreta; ele ocupa a cena. E talvez seja justamente por isso que escolher um único filme seja tão injusto.

A leitura sobre sua vida é leve, divertida, sem melodramas excessivos, mas repleta de força interior. Talvez seja justamente essa combinação — humor, mistério e resiliência — que faz de Al Pacino um artista tão singular.
Enfim, recomendo a leitura!

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